terça-feira, 25 de março de 2014

inteligência bovina ou estupidez indolor? [sic]

Quando escrevo isto pouco tempo passou desde que um assaltante de um banco em Cascais, interceptado pela polícia em pleno delito, tentando a fuga, armado, manietando uma mulher como refém , foi atingido pelos agentes que o perseguiam, depois de repetidas vezes lhe recomendarem que largasse a arma [sic].
    
Subitamente, interrompendo o agente que fazia para a comunicação social o relato dos acontecimentos, ouvi o repórter [sic] perguntar-lhe se sabia dizer quem tinha disparado primeiro, a polícia ou o criminoso? [sic]

Ouvi e não acreditei [sic].

E assim, sem precisar de mais do que aquilo que a bestialidade acabava de dizer, só restaria perguntar: sabe-me dizer se o disparo efectuado pela polícia doeu ao perfurar o corpo do assaltante?  Ou, precisando ainda mais, em matéria de rigor jornalístico: acha que a polícia consegue determinar o cretino que eu sou quando faço perguntas destas? [sic]

A infeliz verdade é que este caso traduz fielmente a triste realidade em que se encontra o nosso jornalismo televisivo [sic]. 

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