Saber a história toda é um privilégio
de poucos, cuja escolha resultou do mesmo equilíbrio de fio da navalha de que
proveio a íntima e pessoal preferência que me destinaram quando fizeram de mim
o alvo do seu interesse, nunca dos seus interesses.
Não entendo, pois, onde
haja agora que estranhar, ou desconheciam que devemos saldar sempre as dívidas
com os deuses? Nem que seja devolvendo-lhes parte da felicidade que nos
concedem. Vá e agora vamos lá a ser felizes que o passado dá péssimas ressacas
e o futuro sonha-se mais intensamente longe de certos males.
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