São seres
humanos como nós que lá do alto das nuvens (mesmo das mais negras) continuam a
abraçar-nos – ou a secar-nos as lágrimas - contribuindo para nos fazer
acreditar que lhes devemos tudo; da maior das concedidas ambições ao mais fundo
medo aquietado; do alvoroço da mais doce alegria ao alívio da mais intensa das dores.
Tudo (seja lá isso o que for).
(Que coisa! Devo
ter dormido anos a fio!? É que, apesar de bem acordado como estou agora, continua
a chegar-me o sonho de que te vou voltar a abraçar, daqui a pouco, uma vez
mais, a desejar-te outro feliz aniversário.)
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