segunda-feira, 22 de setembro de 2014

anjos

São seres humanos como nós que lá do alto das nuvens (mesmo das mais negras) continuam a abraçar-nos – ou a secar-nos as lágrimas - contribuindo para nos fazer acreditar que lhes devemos tudo; da maior das concedidas ambições ao mais fundo medo aquietado; do alvoroço da mais doce alegria ao alívio da mais intensa das dores. Tudo (seja lá isso o que for).


(Que coisa! Devo ter dormido anos a fio!? É que, apesar de bem acordado como estou agora, continua a chegar-me o sonho de que te vou voltar a abraçar, daqui a pouco, uma vez mais, a desejar-te outro feliz aniversário.)

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