Um estudo que tem vindo a ser
aprofundado por investigadores
da Universidade de Cambridge revela que os
"Gostos" feitos no Facebook são uma fonte de revelações acerca das
mais diversas preferências dos seus autores.
Assim, com um rigor que medeia entre os
(impressionantes) 70 % e os 90 %, os algoritmos que vertem desta investigação
conseguem disponibilizar parâmetros que vão desde a orientação sexual até à
preferência política de cada um dos ‘gostadores’.
Até aqui nada de mais, já que ao
movermo-nos naquele meio facilmente se infere dessa aparente possibilidade,
levando em conta o rasto deixado por cada dos nossos ‘gostos’.
Todavia, acrescentam os
investigadores, da mesma forma se conseguem apurar muitos outros aspectos que
traçam a silhueta de quem gosta. Um deles (e este sim é o que mais tende a
preocupar as doutas ignorâncias que fazem daquele ambiente o seu habitat
natural) é o que permite aos estudiosos determinar, a partir dos nossos gostos,
o nosso nível de inteligência.
Ó miséria! E só agora, que já
descobriram a ‘besta’ que eu sou, é que me avisam de uma coisa destas. Louvado
seja.
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