quinta-feira, 25 de setembro de 2014

aquilo que verdadeiramente importa

E a cada livro que me dava (deu-me muitos) juntava a mesma recomendação: não exibas todas as tuas leituras, deixa que se conheçam apenas as que não revelam aquilo que se passa dentro de ti.

Não é por mal, acrescentava, mas porque algumas pessoas ainda pensam que são os nossos  prazeres que deixam rasto e que expõem a nossa nudez.


Mas, pronto, já faleceu o aqui revelado conselheiro – meu ex-professor – e talvez um dia eu desrespeite a sua recomendação e me disponha a destapar  o que se esconde nestas entrelinhas. 

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