sábado, 21 de dezembro de 2013

ornamentos de vulgaridade

Tenho pelas vulgaridades que o Natal permite um afeição de avó. Ditosamente a mãe virtual deu à luz há uns anos aquele entreposto hospitaleiro de todas elas que dá pelo nome de facebook. Estão lá todas. Não ficou uma de fora. Frases feitas, lengalengas, plágios sem imaginação, trivialidades (todas as possíveis), cretinices, despropósitos, ladainhas e calinadas, há de tudo. Felizmente concentra-se ali todo um inesgotável catálogo de mau gosto natalício, como não conheço pior. Dito isto, com tal concentração de piorio, dispensada fica pois a exigência no restante espaço cibernético.  

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