domingo, 5 de janeiro de 2014

o preço a pagar pela vil tristeza da imitação

Hesito, não sei se compre o iphone!? Bom, na verdade não haverá lugar a muitas dúvidas, pois, como poderei eu fazer chamadas, enviar sms’s, usar a internet e tirar fotos ou fazer vídeos, sem ele? A questão talvez se ponha antes no que à compra do tablet diz respeito. Porém, parece-me também não ser coisa que permita indecisão. Afinal, como poderei eu fazer chamadas, enviar sms’s, usar a internet e tirar fotos ou fazer vídeos, sem ele. Realmente, onde por certo residirá a incerteza é na compra do portátil; é que, bem vistas as coisas, como poderei eu tirar partido da sua mobilidade quando quiser fazer chamadas, enviar sms’s, usar a internet e tirar fotos ou fazer vídeos, sem ele? Com efeito, o que efectivamente me suscita  reservas é se ainda precisarei do desktop PC. De facto, já só o uso para fazer chamadas, enviar sms’s, ir à internet e tirar fotos ou fazer vídeos, parece-me assim que talvez possa agora prescindir dele. De alguma forma dispensá-lo revelar-se-à uma opção acertada pois sempre me livro dos 3 teclados (dois deles sem fios), dos quatro ratos, das duas câmaras, dos 3 discos externos, dos dois pares de  colunas e também das 2 impressoras, já que fico apenas com a de laser para o que der e vier. Ah, já me esquecia, talvez considere ainda o ensejo de na mesma oportunidade me livrar também do notebook que já não uso nas viagens e com ele, dos outros 3 telemóveis, dos 2 smartphones, das 4 máquinas fotográficas e também da câmara de vídeo.  


Ufff! Que coisa esta, tão exigente a vida quando uma pessoa tanto se constrange para ter tudo o que precisa, cheio de funções que nunca usará, apenas para parecer aquilo que nunca será. Xiça! 

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