Há
erros que não existem, mudam de nome. Tornam-se equívocos ao darmos por eles. Desaparecem como se de cegueira se tratasse.
Hoje, ainda uns lapsos. Amanhã, uns quiproquós sem importância. Para a semana,
tenho a certeza, recatados apontamentos de escrita
criativa.
Nada a fazer, a escrita funciona como uma lente que apenas apura os
contornos. O resto, está nas dextras mãos que ao escolher as palavras a marcam de enfeites. Quando marcam.
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