quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

pior que não saber é julgar que se sabe

Há erros que não existem, mudam de nome. Tornam-se equívocos ao darmos por eles.  Desaparecem como se de cegueira se tratasse. Hoje, ainda uns lapsos. Amanhã, uns quiproquós sem importância. Para a semana, tenho a certeza, recatados apontamentos de escrita criativa. 

Nada a fazer, a escrita funciona como uma lente que apenas apura os contornos. O resto, está nas dextras mãos que ao escolher as palavras a marcam de enfeites. Quando marcam. 
  

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